O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) de Picuí é uma unidade de saúde pública especializada no atendimento em saúde mental, integrante da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS). O serviço oferece acolhimento, acompanhamento terapêutico e reabilitação psicossocial para pessoas com sofrimento mental, transtornos relacionados ao uso de álcool e outras drogas, atuando de forma articulada com a atenção básica e demais equipamentos da rede de saúde municipal.
Endereço:
- Endereço: Rua São Sebastião, 49, Centro – Picuí/PB
- Funcionamento: Segunda a sexta, das 08h às 17h
Estrutura e Atendimento: O CAPS de Picuí está cadastrado no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) como CAPS I, modalidade destinada a municípios de pequeno e médio porte, oferecendo atendimento a todas as faixas etárias. A equipe é composta por profissionais multiprofissionais, incluindo psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e enfermeiros, que realizam atendimentos individuais, grupos terapêuticos e acompanhamento contínuo dos usuários.
Novo CAPS em Construção: Em 2025, foi aprovada a proposta para construção de um novo prédio para o CAPS I de Picuí, no âmbito do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), com investimento estimado em R$ 2,7 milhões . As obras foram iniciadas em junho de 2026, com localização no Campo de Aviação, próximo à Escola Municipal Josefa Suelene e ao Centro Integrado das Políticas Sociais (CIPS) . O novo espaço contará com estrutura moderna, acessível e humanizada, ampliando a capacidade de atendimento e consolidando Picuí como referência regional em saúde mental.
Denominação Oficial: Em julho de 2026, a Câmara Municipal aprovou o Projeto de Lei nº 007/2026, que denomina o CAPS de Picuí como “Nise Magalhães da Silveira”, em homenagem à psiquiatra brasileira pioneira na luta pela reforma psiquiátrica e pelo tratamento humanizado em saúde mental .
Curiosidade: Nise da Silveira (1905–1999) foi uma médica psiquiatra alagoana que revolucionou o tratamento de saúde mental no Brasil ao combater métodos violentos como eletrochoque e lobotomia, introduzindo a arte e o afeto como ferramentas terapêuticas. Fundou o Museu de Imagens do Inconsciente (1952) e a Casa das Palmeiras (1956), tornando-se referência mundial em reabilitação psicossocial.
83 3371-2266